domingo, 18 de maio de 2014

Socialismo Fabiano – você já tinha ouvido falar disso? Uma metástase lenta, como uma bolha assassina que segue englobando tudo.







Luiz Carlos Nogueira









Quinto Fábio Máximo, ou como se dizia em latim: Quintus Fabius Maximus; viveu em Roma ca. 275 a.C. — Roma, 203 a.C.), e era chamado de “Cunctator”. Foi um político e militar romano. Foi nomeado cônsul em cinco ocasiões (233 a.C.,215 a.C., 214 a.C. e 208 a.C.), e ditador em outras duas (221 a.C.? - 219 a.C. e 217 a.C. Também ocupou o censorado em 230 a.C.

“Cunctator”, em latim, significa "o que adia", porque era a referência a que se fazia às suas táticas utilizadas durante a Segunda Guerra Púnica para deter Aníbal.

Por conta disso, no final do século XIX, foi criada em Londres no dia 4 de janeiro de 1884, a Sociedade Fabiana, que propunha como sua finalidade institucional, a elevação da classe operária para tornar-la apta a assumir o controle dos meios de produção nacional.

A Sociedade Fabiana constituiu-se como uma agremiação política de cunho socialista, que se opunha à luta de classes, que como já me referi, recebeu esse nome por adotar a tática gradual e temporizada que lembrava, sob alguns aspectos, a política de Quinto Fábio Máximo,

Assim, o Socialismo Fabiano era caracterizado pela lenta e gradual tomada do poder, sem lutas violentas e sangrentas, ou seja, sem a característica revolucionária do tipo cubana ou como pretenderam no passado, os movimentos de guerrilhas no Brasil. Esse movimento rejeitava as idéias utópicas, mas pretendia dar um sentido socialista às instituições que já existiam. Seus ideólogos acreditavam na gradual evolução da sociedade, mediante pequenas e progressivas reformas, ou seja, de maneira "evolucionista", trazendo gradualmente para o socialismo, muito diferente do marxismo que pregava uma passagem abrupta e revolucionária ao socialismo. Inspiravam-se nas ideias de Stuart Mill e sustentavam que o bem-estar da maioria exigia a intervenção do Estado.

Tanto era assim, que adotaram a tartaruga, como símbolo.

A Ideologia Fabiana era a favorável a adoção de uma alternativa no que tange à propriedade dos meios de produção, porque pensava que dessa forma poria um fim à desordem econômica e aos abusos, segundo eles, provocados pelo capitalismo.

Defendia a idéia de que o Estado deveria proporcionar a saúde pública e o ensino gratuito para todos os cidadãos. Além disso, propugnavam pela normatização das condições de trabalho, inclusive para diminuir o emprego da mão-de-obra infantil e os acidentes de trabalho nas fábricas e canteiros de obra. Já naquela época  a Sociedade Fabiana pregava os princípios da justiça social com a adoção de um salário mínimo, em 1906, e a criação de um sistema de saúde universal em 1911.

O Filósofo Olavo de Carvalho, conforme o excerto seguinte que extraí da Wikipédia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Olavo_de_Carvalho) aponta que “o chamado socialismo fabiano ("terceira via, keynesianos, sociais-democratas"50 ) ‘distingue-se do marxista porque forma quadros de elite para influenciar as coisas desde cima em vez de organizar movimentos de massa. Seu momento de glória veio com a administração keynesiana de Roosevelt, que, a pretexto de salvar o capitalismo, estrangulou a liberdade de mercado e criou uma burocracia estatal infestada de comunistas (...). No poder, os fabianos dão uma maquiada na economia capitalista enquanto fomentam por canais aparentemente neutros a disseminação de ideias socialistas, promovem a intromissão da burocracia em todos os setores da vida (não necessariamente os econômicos) e subsidiam a recuperação do socialismo revolucionário. Quando este está de novo pronto para a briga, (...) novamente eles fingirão salvar a pátria enquanto salvam, por baixo do pano, o socialismo’.51 ‘O fabianismo nunca foi inimigo do socialismo marxista: adora-o e cultiva-o, porque a economia marxista, incapaz de progresso tecnológico, lhe garante mercados cativos, e também porque sempre considerou o comunismo um instrumento da sua estratégia global. Os comunistas, é claro, respondem na mesma moeda, tentando usar o socialismo fabiano para seus próprios fins e infiltrando-se em todos os partidos socialistas democráticos do Ocidente’”.

Pertenceram à Sociedade Fabiana, os escritores George Bernard Shaw, Leonard Woolf e sua esposa Virginia Woolf, a anarquista Charlotte Wilson, a feminista  Emmeline Pankhurst, o sexólogo Havelock Ellis, os escritores H. G. Wells,  George Bernard Shaw8 e Bertrand Russell8 , o militante Edward Carpenter, a escritora Annie Besant, o físico Oliver Joseph Lodge, o político Ramsay MacDonald e o escritor Salama Moussa.

Parece-me que tiveram maior destaque e influência na Sociedade Fabiana, os escritores Sidney Webb e sua mulher Beatrice Webb, devido aos seus inúmeros estudos focados sobre a Grã-Bretanha durante a Revolução Industrial, indicando formas alternativas para a economia cooperativa, para a utilização do capital e das terras. Por conta disso, essa Sociedade exerceu enorme influência para a criação do Partido Trabalhista do Reino Unido em 1906, e que se tornou de grande expressão política, mantendo-se ligados até quase ao final do século XX.

Na esteira dessa mesma ideologia fabiana, que se seguiram entre as duas Guerras Mundiais, outros escritores que tiveram destaques foram RH Tawney, GDH Cole e Harold Laski. Foi nesse espaço de acontecimentos, que surgiram lideranças terceiro-mundistas com ideologias focadas nas idéias Fabianas, como por exemplo, Jawaharlal Nehru da Índia.

De tal sorte Nehru, fazia com que a economia da Índia se submetesse ao Estado que operava e controlava os meios de produção. Não havia incentivo algum aos direitos de propriedade e à atividade privada. Se algo desse tipo acontecia era por autorizações do seu governo. Não havia empreendedorismo devido à nacionalização das atividades econômicas e aos altos impostos, havendo apenas incentivo ao racionamento, bem como ao controle das opções individuais, para que assim pudesse impor e implantar o socialismo à moda da Sociedade Fabiana. Nesse período de governo, a industria pesada,  a Metalurgia, as telecomunicações, os transporte, a geração de energia, a mineração e o desenvolvimento imobiliário, ficou estagnado, sem nenhum aceno desenvolvimentista.

Também vários outros líderes que viviam na Índia antes da sua independência, como por exemplo, a militante socialista, teósofa e membro da Maçonaria, ativista e defensora das mulheres, Annie Besant, mentora espiritual de Nehru, assim como, a presidente do Congresso Nacional Indiano,  eram membros da Sociedade Fabiana.

Obafemi Awolowo, no final da década de 1940, também foi membro da Sociedade Fabiana, e mais tarde tornou-se o primeiro-ministro da extinta Região Oeste da Nigéria, onde aplicou essa ideologia que não conseguiu aplicar em todo o nível nacional daquele país. O fundador do Paquistão, Muhammad Ali Jinnah, foi membro ativo da Sociedade Fabiana em 1930. 
 
O primeiro primeiro-ministro de Cingapura, Lee Kuan Yew,  declarou que sua filosofia política havia sido forjada pelo socialismo Fabiano, no entanto, com o decorrer do tempo, à medida que foi adquirindo mais experiência, acabou mudando o seu ponto de vista, chegando a confessar que o ideal do socialismo é algo impraticável, haja vista que o aparecimento dos grandes problemas sócio-econômicos até à década de 1970,  contribuíram para o sensível enfraquecimento da economia britânica.

Na verdade, o declínio da Sociedade Fabiana teve seu início sentido em meados dos anos 30, por conseqüência de vários fatores ou seja, devido as variegadas posições ideológicas respeitante à experiência da URSS, bem como, a perda da influência no Partido Trabalhista, derrotada por indivíduos egresssos do sindicalismo e da classe operária.

No entanto, a Sociedade Fabiana se ufana de haver obtido a materialização da maior parte dos seus objetivos propostos, justamente durante e depois da Grande Depressão, e que o Welfare state emergiu graças aos esforços e ao trabalho intelectual da Sociedade Fabiana, que segundo os seus acólitos, continua sua atividade até hoje.


Mas como eu não sou historiador, nem tampouco um especialista em política, deixo um pouco a incumbência de melhor informar ao leitor, a cargo do filósofo Olavo de Carvalho, que faz uma síntese neste vídeo.






segunda-feira, 14 de abril de 2014

Respondendo ao comentário de um amigo do Facebook, numa postagem sobre Direita e Esquerda




Luiz Carlos Nogueira

Observação inicial: não cuidei de corrigir eventuais palavras, caso tenham sido grafadas com erro. Tampouco me preocupei em examinar as concordâncias, verbais, nominais, etc., porque se a resposta demorasse muito tempo para ser dada, apagaria o fogo da discussão que tem por objetivo a reflexão. A publicação neste blog é para facilitar a formatação e os destaques que não consigo colocar no Facebook.




Bom, como você colocou a condicional: “SE NÃO FOSSE o egoísmo humano, o comunismo seria a melhor solução”, vê-se logo que no mundo real não é possível ignorar que Karl Marx se deixou levar pelo ódio de classe (e aí entra o egoísmo, com o que a filantropia não funciona), o que invalida uma utopia do tipo da de Thomas Morus. Aliás, no Brasil esse ódio originário da cartilha marxista, é disseminado explicitamente, por exemplo, no livreto do Diógenes Arruda, sob o título “A educação Revolucionária do Comunista” (Editora  Anita Garibaldi Ltda, São Paulo, 1982), podemos recolher algumas frases que identificam esse sentimento, conforme segue:


“[...] Cultivar o ódio de classe aos inimigos do proletariado e do Partido e trazê-lo sempre vivo na consciência é um dever sagrado de cada comunista como combatente proletário-revolucionário de vanguarda, como marxista-leninista. Na luta, e só na luta, é que se revelam as qualidades e as virtudes do comunista ou as suas debilidades, vacilações, claudicações, inclusive seu completo fracasso; e é também nela que se comprovam sua dedicação e fidelidade sem limites à causa da revolução. [...]” (pág.31)

(*) Minha observação: “sagrado ? “

“[...] Em atividades cheias de dificuldades e riscos, é comovente e admirável que estes camaradas lutem quase com desprezo à vida.[...]” (pág.44)


(*)  Minha observação: “desprezo à vida?”


“[...] Ser comunista é.....[...]  É ser um combatente implacável e audaz contra os inimigos de classe do proletariado e do Partido e dar provas diante deles de firmeza proletária-revolucionária inabalável e de coragem exemplar, com o sacrifício da própria vida se assim for necessário. É seguir, contras os inimigos de classe do proletariado e do Partido, esta máxima de Horácio: ‘Se não sou a lâmina que corta, serei a pedra que afia’” (pág. 68)

(*) Minhas observações: “implacável ?” , “ com o sacrifício da própria vida se assim for necessário?)


Já com vistas à Fundação Ford, é de se notar que a entidade foi fundada em 1936, por Edsel Ford, filho de Henry Ford (este que pelo seu antissemitismo, foi condecorado por Hitler com a Ordem de Mérito da Águia Alemã em 30 de julho de 1938). A Fundação distribui recursos por todas as causas de “Justiça social”. “ambientais” e em defesa das “minorias” de bandeiras esquerdistas. Portanto, com isso se verifica um fato de interessante contradição: Se Henry Ford, o pai de Edsel, trabalhou e gerou riquezas e fez deslanchar o capitalismo, agora a Fundação Ford, criada pelo seu filho, faz uma lambança, atacando para derrubar o sistema que permitiu que ele próprio (Edsel) fosse um bilionário sem precisar pegar no pesado.

Por outro lado, mas seguindo essa mesma linha, secundando a Fundação Ford, vem a Fundação Rockefeller, de existência centenária, que se enveredou fortemente pela cruzada ambientalista, conforme cuidou de relatar toda a sua política, uma equipe de investigadores da Revista Executive Intelligence Review, que produziu o livro intitulado “Máfia Verde: O ambientalismo a serviço do Governo Mundial”.

Ayn Rand, mostra para aqueles que culpam o dinheiro pelos males do mundo, através do discurso de Hank Readen:

“Então o senhor acha que o dinheiro é a origem de todo o mal? O senhor já se perguntou qual é a origem do dinheiro? O dinheiro é um instrumento de troca, que só pode existir quando há bens produzidos e homens capazes de produzi-los. O dinheiro é a forma material do princípio de que os homens que querem negociar uns com os outros precisam trocar um valor por outro. O dinheiro não é o instrumento dos pidões, que pedem produtos por meio de lágrimas, nem dos saqueadores, que os levam à força. O dinheiro só se torna possível através dos homens que produzem. É isto que o senhor considera mau?”

Ora, alguns herdeiros, por exemplo, dos Fords, dos Rokefellers e outros bilionários fecham os olhos e fazem ouvidos moucos para essa lógica, porque não precisaram passar pelas labutas empreendidas para efetuarem as trocas voluntárias para acumularem suas fortunas, por isso não lhes dão valor. Então o que justifica dizerem que o capitalismo é mau, se são milionários sem esforços?

Assim, com vistas ao Governo Mundial que já é uma idéia incorporada no ideário de algumas entidades esotéricas ou assemelhadas, reforça-se quando Mikhail Gorbachev era ainda presidente da União Soviética, fundou uma ONG sob a denominação de Green Cross International (Cruz Verde Internacional), tendo elaborado juntamente com Maurice Strong que presidiu a ECO-92, a chamada Carta da Terra, e conforme Dom Bertrand de Orleans e Bragança (Psicose Ambientalista, Os bastidores do ecoterrorismo para implantar uma “religião” ecológica, igualitária e anticristã – IPCO, 3ª ed. S.Paulo, 2012-pág.93): “Da ECO-92 para cá, o ambientalismo foi progressivamente revelando os seus fins e aplicando a radicalidade dos seus métodos. Montou um aparato científico para justificar o seu terrorismo; e contra as pessoas ou classes que se opõem ao novo decálogo, montou uma inquisição persecutória. Em artigo intitulado Eco 92: Aparência e Realidade profunda, o prof. Plínio Corrêa de Oliveira expõe alguns itens em que desvenda a realidade profunda da Eco-92. (os intertítulos são do próprio artigo):

Autoridade ecológica universal — “A reunião de chefes de Estado foi o primeiro passo para a constituição de uma autoridade ecológica mundial, sob a qual todas as nações se apagariam para ir formando um só magma universal”.[...]

Não é uma tarefa fácil resumir todas essas mazelas para essa página do Facebook, tanto que indicarei ao final, alguns livros nos quais você poderá, se quiser, desarmando sua disposição de espírito, tirar suas conclusões pessoais, calcadas em maiores informações que refogem à cada instante, do domínio da população alheada pelas distorções midiáticas, às vezes propositais ou não.

Ainda com respeito à questão ambiental, há uma orquestração como alguns já denominam de ecoterrorista, carregada de intenções que não são das melhores (excetuam-se nesse movimento, algumas ONGS sérias, que realmente prestam bons serviços sociais). Portanto, mencionarei algumas declarações de algumas “celebridades” pessoas que muita gente desconhece o que pensam:

Al Gore, ex-vice-presidente dos EUA, declarou em 1989: “Ao contrário dos que os brasileiros pensam, a Amazônia não é deles, mas de todos nós”.

Timothy E.Wirth, presidente da United Nations Foundatrion, ex-senador e ex-assessor de Al Gore, disse: “Ainda que a teoria do aquecimento global esteja errada, estaremos fazendo a coisa certa em termos de política econômica ambientalista’.

Stephen H. Schneider, professor de Biologia Ambiental e Mudança Global da Universidade Stanford, declarou que: “Isso, naturalmente, implica a obtenção de muita cobertura da mídia. Portanto, temos que oferecer cenários assustadores, fazer simplificações, declarações dramáticas, e fazer pouca menção de quaisquer dúvidas que possamos ter.”

Monika Kopacz, pesquisadora ativista: “Só o exagero sensacional cria o caso que vai atrair a atenção dos políticos e dos leitores. Sim, os climatólogos podem exagerar, mas no mundo de hoje essa é a única forma de garantir qualquer ação política, e mais ainda, mais verbas federais.”

As pessoas se esquecem de que o agronegócio é que alimenta o mundo. Não é à-toa que David Attenborough, diretor de The Optimum Population Trust, assim se pronunciou: “Eu já vi a vida selvagem ameaçada pela crescente pressão humana em todo o mundo, e não é por causa da economia ou da tecnologia. É que por trás de cada ameaça está a estarrecedora explosão dos números da população humana. Qualquer ambientalista sério sabe perfeitamente bem que o crescimento da população é o cerne de todos os problemas ambientais” (The Telegraph, 14-4-2009).

A última observação que faço,é que assuntos como: direita e esquerda, comunismo e capitalismo, ambientalismo e outros dessa linha de complexidade, requerem que conheçamos ambos os lados que se opõem entre si, para nos situarmos de forma refletida e racionalizada.


Livros que recomendo a leitura:

1-) Psicose Ambientalista, Os bastidores do ecoterrorismo para implantar uma “religião” ecológica, igualitária e anticristã – Dom Bertrand de Orleans e Bragança - IPCO, 3ª ed. S.Paulo, 2012.

2-)  Desordem e Retrocesso na Guerra do Indigenato. Kalixto Guimarães. Cuiabá: Defanti Editora, 2013.

Para aquisição deste livro, o interessado poderá entrar em contato com o autor (Kalixto Guimarães), via e.mail: calixto_guimaraes@hotmail.com

3-) A Mentalidade Anticapitalista / Ludwig von Mises. - São Paulo : Instituto Ludwig von Mises Brasil, 2010.



sexta-feira, 11 de abril de 2014

PROSTITUIÇÃO POLÍTICA – Guilherme Afif Domingos beijando a mão da Dilma, sob os aplausos do Renam Calheiros?








Luiz Carlos Nogueira





Mas como é que pode?  Não foi esse o homem (ex-candidato a presidente da república e vice-governador de S.Paulo), que declarou que se o eleitorado elegesse Dilma Roussef como presidente da república, seria o mesmo que entregar um Boing nas mãos de quem nunca havia pelo menos pilotado um teco-teco? Não foi esse homem de cabeça branca (dizem que isso é sinal de sabedoria e de respeito) um dos que comandaram os protestos contra o chamado “mensalão do PT”? Não foi esse homem o idealizador do denominado “Impostômetro”, o painel eletrônico destinado à exorcizar a administração PTralha, por conta da exacerbada carga de tributação, cujo percentual expropriatório destina-se a manter a monstruosa máquina pública?

O velho peixão mordeu a isca que pelo o que agora indica, queria mesmo era comer da grande carniça? O convite e a nomeação para o cargo de Ministro das Micro e Pequenas Empresas, já foi o bastante para fazê-lo calar-se contra os despautérios e patifarias petistas? Assim não é possível que “estepaiz” possa caminhar para o progresso em todos os sentidos.

Áh! Que me desculpem os leitores, porque agora só me resta fazer uma comparação chula: há tempos atrás, quando existiam as casas de prostituição localizadas como eram chamadas, nas zonas do baixo meretrício (não sei se havia alto meretrício), nunca faltaram alguns “homens” de péssima referência moral, os chamados “gigolôs”, que ficavam bravos, brigavam, etc., quando chegavam na “zona” e ficavam sabendo que a sua namorada, que evidentemente era uma das prostitutas, estava ocupada com um dos seus fregueses. Mas logo toda aquela ira passava, quando depois, a “novamente amada”, lhe presenteava com alguns trocados, parte do que havia ganhado pelos seus “serviços”.


Me dá vontade mas não vou xingar por respeito aos leitores, mas você até pode imaginar qual é o meu xingamento que só ficou no meu pensamento. Mas não posso deixar de perguntar: como é que podemos votar numas porcarias dessas?